Zé Celso contava que, à época de confecção da bandeira nacional, apresentaram pro Marechal Deodoro o lema central: "Amor, ordem e progresso". Marechal Deodoro, com sua formação rigidamente cartesiana, tratou de rapidamente podar o amor da bandeira.
Bem, já vimos que, sem amor, não há progresso nem muito menos ordem possível.
Com amor, talvez também não haja. Mas que importa a ordem e o progresso quando se tem amor?
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